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Publicado em: 23/05/2017 às 08h24

Áreas públicas sem autorização de uso somam mais de 2 mil


Correio do Estado

Foto: Álvaro Rezende/ Correio do Estado

Imóvel da prefeitura onde deveria funcionar associação está ao léu e serve de ferro-velho

Mais de duas mil áreas públicas foram identificadas com ocupação e uso irregular em duas regiões de Campo Grande.

 

Levantamento de dados feito pelo Núcleo de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (Nugeo), do Ministério Público do Estado (MPE/MS), apontou total de 2.097 lotes que pertencem ao município “muito vulneráveis a invasões, ocupações e destinações que não são inicialmente determinadas pela Lei de Parcelamento do Solo Urbano”, de acordo com parecer do órgão.

 

O estudo do MPE teve início em setembro de 2014 com a identificação de 364 lotes no Centro e outros 1.733 na região do Segredo.

 

Todo o levantamento foi realizado com base nos arquivos digitais da malha urbana da Capital, obtidos na prefeitura, e execução com auxílio de softwares, além do Google Maps e Street View, com imagens de satélite e fotografias disponíveis no acervo digital.

 

A análise inicial realizada no Centro e na região do Segredo - apenas duas das sete áreas da cidade - apontou irregularidades em áreas localizadas nas principais vias da Capital, como nas avenidas Ricardo Brandão, Fernando Corrêa da Costa, Ernesto Geisel, Mascarenhas de Moraes, Bandeirantes, Rachid Neder, Noroeste, além das ruas Rui Barbosa, Eduardo Santos Pereira, 14 de Julho, dos Ferroviários, Padre João Crippa, Euclides da Cunha, Pedro Celestino, entre outras.