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Publicado em: 19/12/2017 às 13h57

Eleições ao Governo do Estado já têm onze pré-candidatos em Mato Grosso do Sul


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Foto: Divulgação

Situação política do País incentiva fragmentação de candidaturas

Há menos de um ano das eleições de 2018, já são especuladas pelo menos onze pré-candidaturas ao Governo do Estado. O atual cenário político nacional incentiva uma repetição das eleições municipais de 2016, que teve 15 candidaturas registradas somente em Campo Grande.

 

A principal candidatura é a disputa à reeleição do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB). Apesar de dizer que só trata de eleições após o Carnaval, Azambuja já admite buscar a reeleição e tem repetido pelo interior discurso em tom de campanha eleitoral.

 

O PDT lançou em 11 de novembro o ex-juiz federal Odilon de Oliveira como pré-candidato ao Governo do Estado. O ato de filiação e de anúncio de candidatura teve a presença do pré-candidato a presidência Ciro Gomes. O partido já tem conversado com outras siglas para a criação de uma chapa majoritária.    

 

Apesar de não ter ainda definido um nome, o PMDB mantém como certo o lançamento de candidatura ao governo do Estado no próximo ano. A primeira opção do partido é o ex-governador André Puccinelli. Caso André desista de sair candidato, o partido mantém como plano B o lançamento da candidatura ao governo do atual prefeito de Costa Rica, Waldeli Rosa, que está disposta renunciar ao cargo para ser cabeça de chapa.

 

Devido a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT estadual determinou que o partido irá ter candidato próprio ao governo do Estado. O diretório regional da sigla tem apresentado o ex-prefeito de Mundo Novo, Humberto Amaducci, como pré-candidato ao Governo.

 

O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM) anunciou recentemente que está disposto a desistir da reeleição ao cargo e se lançar candidato ao governo do Estado pelo Democratas. A possível candidatura a presidente do senador Ronaldo Caiado incentiva o lançamento da candidatura de Mandetta. Entretanto, com a filiação da deputada Federal Tereza Cristina ao partido deve ocorrer mudança na presidência estadual da sigla.

 

O ex-prefeito de Campo Grande Nelson Trad Filho (PTB) também sinalizou que está disposto a desistir do sonho de candidatar ao Senado e encabeçar uma chapa majoritária, disputando o Governo do Estado, com o objetivo de atrair outros partidos fortes para eleger bancada estadual e federal.

 

O presidente da cassem, Ricardo Ayache (PSB), também é cotado para uma possível candidatura própria do PSB. Entretanto, o nome de Ayache é usado para possíveis alianças majoritárias com outros partidos. Seu nome também é cotado para candidato a vice-governador tanto de Azambuja como de Odilon. Também é cotado para repetir uma candidatura ao Senado.

 

Os partidos chamados pequenos chamados de nanicos também já anunciaram pré- candidatos. Durante a convenção estadual, o PSOL lançou o nome do advogado João Alfredo como pré-candidato ao governo. O Podemos (Antigo PTN) anunciou Cláudio Sertão como opção ao Governo do Estado. O PSTU reafirmou Suel Ferranti como candidato. O PRTB também tem como pré-candidato Adalto Garcia.