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Publicado em: 22/12/2017 às 13h39

Governo estuda fazer obras de emergência para conter erosão em Ivinhema e Novo Horizonte do Sul


Ivinoticias

Foto: Alan de Souza

Erosão em Novo Horizonte do Sul

Uma equipe de técnicos da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) viajou para Novo Horizonte do Sul nesta semana para averiguar o agravamento das erosões que surgiram e ampliaram no município devido às fortes chuvas das últimas semanas. Integram a equipe o engenheiro agrônomo e mestre em Física de Solo Ari Fialho, servidor da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), órgão vinculado à Semagro, e o engenheiro agrônomo Alan de Souza, assessor técnico da Coordenadoria de Agricultura da Secretaria. (Confira o vídeo feito em Novo Horizonte do Sul, próximo a casa do senhor João de 71 anos, na linha da amizade).

 

 

Segundo relatou Alan de Souza, dois pontos merecem maior preocupação: uma voçoroca que avançou sobre o leito de uma estrada vicinal, interrompendo completamente o tráfego, e outra que ameaça a casa do senhor João de Almeida nos arredores da cidade. “Já são 16 pontos de erosão em todo município. Estamos vistoriando os locais, junto com técnicos da Agesul de Nova Andradina e com o prefeito Marcílio Álvaro Benedito, para definirmos as ações pontuais que devem ser feitas em caráter emergencial a fim de conter o avanço das erosões”, disse.

 

O que estão sendo propostas agora são ações emergenciais de engenharia e conservação do solo para evitar um mal maior. Já para solucionar em definitivo o problema foi elaborado um projeto por técnicos da Semagro que será levado pelo prefeito Marcílio Benedito a Brasília no dia 27, quando vai tentar junto ao governo federal a liberação de recursos para custear as obras. Estima-se que sejam necessários entre R$ 5 ou 7 milhões para solucionar o problema.

 

As voçorocas assustam moradores de Novo Horizonte do Sul e de Ivinhema há anos, porém estão se agravando nos últimos meses devido à frequência e à intensidade das chuvas. No dia 16 de dezembro, técnicos da Agraer, do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), da Agesul e PMA estiveram nas duas cidades vistoriando os pontos de erosão. Junto com representantes das duas prefeituras, do Ministério Público, técnicos de universidades e proprietários rurais, participaram de audiência pública que debateu e apontou as medidas apropriadas para enfrentar o problema.

 

Neste ano, o Site Ivinoticias mostrou a matéria em que uam erosão ameaça “engolir” casas e cemitério no Bairro Triguinã. Na época a reportagem mostrou que a erosão estava próximo da cerca do cemitério, ficando a poucos metros da estrada e do antigo necrotério. Confira o vídeo públicado na época: