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Publicado em: 05/04/2018 às 14h04

Após condenação de Lula, Zeca bate boca dentro de avião, mas nega agressões


TopMídiaNews

Foto: Divulgação

Zeca do PT

O deputado federal Zeca do PT afirmou a reportagem que passou por maus bocados ao se deslocar de Brasília para Campo Grande, nesta quinta-feira (5). Ele acabou discutindo com alguns passageiros durante o voo, porém  nega qualquer agressão, como vem sendo veiculado nas redes sociais.

 

O parlamentar disse que as provocações começaram quando os passageiros notaram a presença do deputado no avião e começaram a alegar que o Brasil estaria livre da Venezuela com a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Questionado sobre agressão física, Zeca garante que a briga foi verbal, em tom de voz elevado. “Não teve agressão física, eles começaram a falar que agora o país está livre de Cuba, Venezuela. São idiotas factoides falando essas besteiras”

 

Autorização de prisão

 

Os ministros do Supremo Tribunal Federal rejeitaram com seis votos o pedido de habeas corpus para impedir a prisão antecipada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo do tríplex do Guarujá (SP). A decisão abre caminho para que o petista seja preso após o processo esgotar a etapa da segunda instância.

 

Porém, o Petista não será preso de imediato, já que o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), corte de segundo grau, ainda não concluiu a análise de todos os recursos do ex-presidente.

 

A votação estava empatada e a presidente do STF, Cármen Lúcia desempatou a votação, se posicionando contra o pedido de habeas corpus. Acompanharam pela prisão os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

 

Já Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello votaram contra. A partir de agora, a defesa de Lula tem prazo para entrar com novo recurso de embargos de declaração até o dia 10 de abril contra a decisão da 8ª turma do TRF4, que condenou o ex-presidente em janeiro a 12 anos e 1 mês de prisão no caso “tríplex”.