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Puxados por cebola, batata e manga, preços dos alimentos seguem em alta (ÁUDIO)

| AGêNCIA 2/UMBERTO FERRETTI


Foto: Divulgação
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Destaque negativo para a cebola, com aumento de 26 por cento; a batata, que ficou 19 por cento mais cara; e a manga, com avanço de 12 por cento.

 

Os números aparecem na primeira medição de junho do Índice de Preços ao Consumidor Semanal, o IPC-S, apurado pela Fundação Getúlio Vargas.

 

No geral, o grupo alimentação registrou um aumento de meio por cento.

 

Um dos motivos pode ser a demanda maior por itens básicos, uma vez que quem tem ficado em casa se vê obrigado a cozinhar mais.

 

Por outro lado, essa alta foi compensada pelos gastos com setores bastante afetados pela crise do coronavírus: educação e transporte, que caíram com força.

 

Eles foram puxados, por exemplo, pelas reduções entre cinco e 16 por cento da gasolina, do etanol e da passagem de avião.

 

Na média do que subiu e do que desceu, o custo de vida do brasileiro ficou 0,36 por cento menor.

 

Vale destacar, porém, que enquanto a alta dos alimentos atinge toda a população, nem todo mundo se aproveita da baixa dos combustíveis, por exemplo, seja porque são pessoas que estão em casa ou usam o transporte público.

 

Ou seja, na prática, muito brasileiro talvez não sinta, diretamente, o impacto imediato da redução do custo de vida.

 

A pesquisa ainda apontou queda de preços nos setores de habitação e vestuário; e alta nos de saúde e comunicação.



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