Família quer pena máxima ao empresário que matou e queimou corpo de arquiteta


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Parentes da arquiteta Eliane Aparecida Nogueira, assassinada no ano passado em Campo Grande querem pena máxima ao arquiteto Luiz Afonso Santos Andrade, ex-marido da vítima, julgado nesta sexta-feira.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, o empresário matou a arquiteta por esganamento e depois pôs fogo no carro ocupado por ela. Ciúmes do marido teriam motivado a tragédia.

A perícia informou que a vítima ainda estava viva enquanto o veículo era devorado pelas chamas. Por conta disso, o empresário foi processado por ocultação de cadáver e homicídio triplamente qualificado.

“O que ele fez não se faz com ninguém, merece pena máxima”, disse o irmão da arquiteta, Wladimir Nogueira. No Brasil, a maior condenação permitida alcança 30 anos.

Familiares da vítima estamparam a fotografia dela em camisetas, mas eles não puderam entrar vestidos na sala do julgamento.

Luiz Afonso ainda não foi interrogado. Ele entrou cabisbaixo e quieto no tribunal.

O julgamento começou às 8 horas e a sentença deve ser anunciada ainda hoje.

No dia do crime, Luiz Afonso foi com a mulher numa solenidade que reuniu amigos do casal. Eles viveram juntos por dois anos e tinham se separado há menos de uma semana.

O empresário levou a mulher até uma rua escura do bairro Tiradentes, e lá praticou o crime. Em seguida o réu retornou até um trecho e pegou um táxi. Luiz Afonso negou o crime, mas logo sua versão foi derrubada. É que perto do local do assassinato havia uma conveniência que registrou imagens dele passando por ali de carro e retornando a pé.
 


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