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Padrasto preso pela morte do enteado responde na Justiça por tentar matar a mãe do menino a facadas

Processo por tentativa de feminicídio tramita no Judiciário desde 2018. Reginaldo Lima dos Santos, inclusive, foi preso preventivamente, à época, pelo crime.


Padrasto é suspeito como suspeito da morte de Danilo Sousa, de 7 anos, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
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Reginaldo Lima dos Santos, apontado pela Polícia Civil como principal suspeito de matar o menino Danilo de Sousa Silva, de 7 anos, afogado em lama, responde no Judiciário goiano por tentativa de feminicídio contra a mãe do garoto, Gracilene Almeida da Silva. Ele e um servente de pedreiro, acusado de auxiliar a matar a criança, foram presos na sexta-feira (31).


O processo sobre a tentativa de feminicídio tramita no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra Mulher desde outubro de 2018. À época, ele foi preso preventivamente por causa de mandado de prisão expedido pelo juiz do caso, conforme informações disponibilizadas no site do Tribunal de Justiça de Goiás.
O G1 tenta localizar a defesa de Reginaldo Lima para se manifestar sobre o caso.


Segundo o delegado Rilmo Braga, o suspeito tentou matar a mãe do garoto a facadas, mas não obteve detalhes do crime porque a investigação foi conduzida pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam). O G1 buscou pormenores do inquérito junto à assessoria de imprensa da corporação e aguarda retorno.De acordo com a perícia, é muito pouco provável que a vítima tenha se afogado sozinha e que tudo indica que alguém segurou a cabeça da criança contra a lama. Os legistas estimam ainda que a criança tenha morrido há alguns dias - entre sete e dez.


Também de acordo com o gerente do IML, foram identificadas lesões na orelha e no pescoço, que parecem ter sido cometidas após a morte. No entanto, também segundo o legista, os exames mostraram uma lesão que parece ter sido cometida com a criança ainda viva, que poderia indicar abuso sexual.
 
A perícia também trabalhou no local em que o corpo for encontrado. “A equipe já atuou no local no sentido de buscar vestígios, pegadas, eventuais instrumentos, manchas nas vestes. Tudo isso para tentar identificar o autor ou os eventuais autores, caso tenha sido mais de uma pessoa”, disse o superintendente adjunto da Polícia Científica de Goiás, Ricardo Matos.


Avó do garoto, Maria das Graças falou sobre a esperança que tinha de encontrar o neto vivo e toda a luta que enfrentaram para achá-lo.Segundo a Polícia Civil, "a investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Goiânia quanto ao desaparecimento da vítima encerra-se agora" e a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) deve continuar a apuração sobre as circunstâncias da morte.
 



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