Mulheres expostas à fumaça do cigarro têm fertilidade prejudicada


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PORTAL EDUCAçãO

Uma recente pesquisa realizada pela Universidade de Rochester nos EUA comprova que o tabagismo interfere na fertilidade, ocasionando abortos espontâneos em mulheres que ficaram expostas ao fumo passivo na infância ou mesmo na vida adulta.

Esse é considerado o maior estudo já realizado focando comprovar a associação entre tabagismo passivo, abortos espontâneos e taxas de fertilidade.

Para realizar a pesquisa, foram analisadas 4.800 mulheres não fumantes e foi constatado que 40% daquelas que ficavam expostas à fumaça do cigarro por seis horas ou mais por dia, tiveram dificuldade para engravidar ou sofreram abortos espontâneos.

O que acontece é que o cigarro possui toxinas que, supostamente, podem danificar o material genético das células reprodutivas, inibindo assim, a fertilização e consequentemente aumentando o risco de abortos espontâneos.

A farmacêutica especialista e tutora do Portal Educação, Carolina Marlien, afirma que o estudo em questão, embora não definitivo, estabeleceu uma relação significativa entre infertilidade e exposição à fumaça proveniente do tabaco.

“Uma situação preocupante e que poderia ser facilmente evitada pelos fumantes se tivessem consciência e respeito pelo ambiente coletivo em comum”, analisa.




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