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Máxima ganhá barreira contra arremesso de droga e celular

Inicio das obras depende de quando a Penitenciária da Gameleira unidade 2 será ativada para ser feita remoção de internos

| CAMPO GRANDE NEWS


Suspeitos arremessam drogas e celulares pelas muralhas do presídio (Reprodução)
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Após ser divulgado na segunda-feira (18) um vídeo em que traficantes arremessam drogas e celulares pelas muralhas do presídio que aparenta ser o Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho de Segurança Máxima em Campo Grande, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) anunciou que será construída barreiras de contenção para dificultar esse tipo de ação.

De acordo com a Agepen, o recurso para o serviço já foi aprovado e será executado pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), mas o inicio das obras depende de quando a Penitenciária da Gameleira unidade 2 será ativada, assim será possível a remoção de internos e esvaziamento de parte do presídio para o trabalho ser feito.

Entre as medidas que são tomadas, segundo a agência são as vistorias feitas regularmente nas celas, para identificar e retirar esses objetos, além de raio x corporal para quem adentra e raio-x em esteira para inspeção de objetos. Ainda conforme a Agepen, mesmo com os arremessos, alguns dos materiais são apreendidos antes de chegarem às mãos dos internos.

Sobre o vídeo, apesar da semelhança com o Presídio de Segurança Máxima da Capital não há confirmação se de fato foi feito na unidade da Capital nem quando foi feito, porém a Agepen informou que abriu uma apuração para tentar identificar possíveis envolvidos.

Segundo a Polícia Militar, equipes fazem o policiamento nas imediações do estabelecimento penal durante o dia com ações rápidas. No dia 17 de janeiro, foi flagrada a ação de criminosos arremessando drogas, carregadores e celulares para o interior do presídio e ambos foram contidos. Foram localizados e apreendidos simulacros de armas de fogo.

Sobre a guarda das muralhas, a PM afirma que o serviço é feito pela instituição de forma subsidiária já que a função está em processo de transição para a Agepen, através da Polícia Penal.

Ainda conforme a PM “O policiamento preventivo nas imediações será contínuo, no que se referem às atribuições da PMMS, até que a transição para a Polícia Penal da guarda dos presídios seja concluída. O serviço de Inteligência Policial tem atuado de forma contumaz, para evitar novas ações e a possível identificação dos envolvidos”.



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