Com Orlando Ribeiro, Santos não sofreu gols em apenas um jogo


PUBLICIDADE

GAZETA ESPORTIVA

Com dificuldades para encontrar um novo técnico após a saída de Lisca, o Santos apostou em Orlando Ribeiro para o final da temporada. As atuações com o interino vem agradando boa parte da torcida. Contudo, um ponto chama atenção. Trata-se da fragilidade defensiva.

 

Com o comandante no banco de reservas, o Peixe soma cinco compromissos. Destes embates, o clube não foi vazado em somente um. O feito foi na vitória de 2 a 0 sobre o Athletico-PR, na Vila Belmiro, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Nos outros quatro embates, foram cinco gols sofridos. Ou seja, o clube leva, em média, um tento por partida. Além do triunfo sobre o Furacão, o Alvinegro Praiano venceu o Juventude por 4 a 1, perdeu por 1 a 0 para o Palmeiras, 1 a 0 para o Inter e 2 a 1 para o Atlético-MG.

 

Um fator que pode explicar essa dificuldade defensiva são as mudanças impostas por Orlando Ribeiro. O comandante vem escalando o Peixe com apenas um volante (Rodrigo Fernández ou Camacho). Ao lado deste jogador de mais marcação, ele costuma escalar atletas com mais poder de criação, como Sánchez, Luan, Ed Carlos ou até mesmo Lucas Barbosa.

 

Não à toa, Zanocelo perdeu espaço com o interino. O meio-campista era figurinha carimbada nas escalações do Peixe, sempre atuando como uma espécie de segundo volante.

 

“Hoje a minha preocupação maior é com quem não está no time. Temos que estar sempre conversando e orientando. O Zanocelo saiu da equipe pois achamos que precisamos atacar um pouco mais de mais e atacantes. A característica dele é diferente. Isso não significa que não vai mais ter oportunidades. Todos vão ter oportunidade, não sei quando, mas eles tem que estar preparados”, disse o treinador.

 

Agora, o Santos espera corrigir os erros e passar ileso na próxima segunda-feira, às 20 horas (de Brasília), quando visita o Red Bull Bragantino, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.


Nos siga no




PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE