Polícia investiga morte de feto em hospital de Camapuã


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CG NEWS

Uma criança nasceu morta na quarta-feira à noite, no hospital público de Camapuã, cidade distante 135 km de Campo Grande, e a família dela desconfia de erro médico.

O parto virou caso de polícia. Um dia antes, a gestante buscou ajuda médica por sentir contrações abdominais e a ela foi receitado dipirona, remédio para dor.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou hoje, por meio de nota publicada no site da instituição, que o caso foi registrado na quinta-feira pela manhã. Na noite anterior, a criança havia nascida morta, segundo o bolem policial 271/2010,

A nota policial narra que Lidiane Silva de Souza, 30, sentiu-se mal no dia 13, terça-feira. Diz o comunicado que “a gestante sentiu dores fortes e contrações no abdômen, quando foi iniciado o trabalho de parto e ao chegar ao hospital local foi atendida pela equipe médica que, após exames clínicos, ministraram-lhe o medicamento “dipirona” e determinaram que retornasse à sua residência”.

No dia seguinte, 14, quinta-feira, a gestante queixou-se de novo de dores abdominais e, segundo o publicado pela assessoria, Lidiane “começou a ter sangramentos, momento em que retornou ao hospital e, após exames clínicos, foi constatada a morte do feto, em virtude da redução do líquido amniótico, doença esta que recebe o nome de oligodramnia”.

Com a denúncia, a polícia determinou que o feto fosse trazido para o IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), órgão situado em Campo Grande e que vai determinar a razão da morte do feto.

Ainda de acordo com o boletim policial, os médicos que atenderam Lidiane durante a gravidez e o parto, prestaram depoimentos, mas detalhes da audiência não foram detalhados.

A questão foi registrada como “morte a esclarecer”. O exame do IMOL deve ficar pronto num prazo de 15 dias.
 


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