Delegado adota cãozinho que adolescentes tentaram afogar antes de matar Orelha

O grupo foi alvo de uma operação da Polícia Civil


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Delegado Ulisses com Caramelo (Reprodução, Instagram)
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Além da morte do cãozinho Orelha, os adolescentes suspeitos do crime teriam tentado matar outro cachorro, o Caramelo. Os dois cachorros viviam juntos em Praia Brava, Florianópolis (SC).

 

A princípio, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, confirmou que os jovens tentaram afogar Caramelo nas águas da Praia Brava. Porém, o Caramelo conseguiu escapar.

 

Já Orelha morreu após as agressões dos adolescentes. O próprio delegado adotou Caramelo. Em postagem nas redes sociais, ele chegou a afirmar que o destino quis que ele e a esposa adotassem o cãozinho.

 

Por fim, o delegado afirmou que os responsáveis pela morte de Orelha responderão pelos atos. “Pau que bate em Chico, bate em Francisco. A Justiça será feita, independentemente de quem sejam os autores que praticaram essa triste e lamentável ação criminosa contra esses dois animais”.

 

Alvos da polícia

 

Na segunda-feira (26), a Polícia Civil cumpriu mandados contra dois adolescentes suspeitos de participarem do crime. Eles teriam espancado Orelha, que não resistiu aos ferimentos.

 

Além disso, o pai de um dos jovens é acusado de ameaçar uma testemunha com uma arma de fogo. As equipes apreenderam celulares e computadores, que passarão por perícia.

 

Ao todo, três adultos são suspeitos de coação de testemunhas no caso. Já outros dois adolescentes que teriam envolvimento com o crime estão nos Estados Unidos.

 

No entanto, os adolescentes devem voltar na próxima semana.


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