Médicos dizem que tumor de Lula tem agressividade 'média'


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TERRA

A equipe médica que cuida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - que teve um câncer de laringe diagnosticado - afirmou que o resultado da biópsia a que Lula foi submetido apontou que o câncer tem a agressividade clássica dos tumores da região. De acordo com Luiz Paulo Kowalsky, médico da equipe, o tumor pode ser classificado como "intermediário", tem um crescimento razoável, se não for tratado, e pode ser classificado como "médio".

De acordo com os médicos, Lula passará por três sessões de quimioterapia e em janeiro deverá ser submetido a uma sessão de radioterapia. Se o tratamento ocorrer conforme o previsto, ele deverá ser encerrado em fevereiro.

Lula pode sofrer uma pequena alteração de voz e passará, durante o tratamento, por sessões de fonoaudiologia.

O câncer de Lula
Após queixa de dores de garganta, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma série de exames na noite de 28 de outubro. Na manhã do dia seguinte, foi divulgado boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, informando que foi diagnosticado um tumor maligno na laringe, que seria inicialmente tratado por quimioterapia.

O câncer na região da laringe é mais comum entre homens e o de maior incidência na região da cabeça e pescoço. Os principais fatores que potencializam a doença são o tabagismo e o consumo de álcool. Já os sintomas são: dor de garganta, rouquidão, dificuldade de engolir, sensação de "caroço" na garganta e falta de ar.


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