Após noite em boate, PM é denunciado por invadir casa e agredir ex-mulher e amiga


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Um polícial militar lotado na 5ª CIPM (CompanhiaIndependente de Polícia Militar) invadiu a casa da ex-mulher e a agrediudurante a manhã de domingo (14) na Vila Almeida. A amiga da jovem que estava naresidência também foi agredida pelo militar, que acabou preso em flagrante.


A estudante de 24 anos, que teve a identidade preservada,relata que na noite de sábado ela e a amiga foram até uma boate, onde oex-marido também estava. Por volta das 4h30 as jovens, acompanhadas do namoradoda amiga, voltaram para a casa e foram dormir. Cerca de 1h30 depois o PM pulouo muro da residência, arrombou a porta que estava trancada e começou a agredira ex.


“As duas portas da minha casa estavam trancadas, elearrombou, entrou e começou a gritar, mandou o namorado da minha amiga sair, ecomeçou a me agredir, minha amiga, que tinha ficado ficou nervosa, acaboulevando um soco no rosto dado por ele”, diz a estudante.


Com medo pela amiga, a jovem pediu para que ela saísse evoltou a ser o alvo do militar. “Eu não lembro bem como aconteceu, porque fuilevada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Almeida desacordada, masele quebrou meu dente, machucou meu braço, estou toda roxa”, afirma a vítima.


A amiga da jovem e o namorado pediram ajuda para osvizinhos, que acionaram a polícia. Ele foi preso em flagrante ainda dentro dacasa. Segundo a jovem o motivo da violência ainda é desconhecido, já que o PMnão apresentava comportamento agressivo durante os sete meses que foram casados.


“Nós brigávamos sim, mas normal, nada parecido com isso.Soube que ele brigou na boate, levou uma garrafada na cabeça e foi expulso, nãosei se ele ficou bravo e descontou em mim, não sei”, alega a jovem que agoraconvive com o medo.


De acordo com a estudante, o ex-marido foi solto na tardedesta segunda-feira (15) e o juiz liberou uma medida protetiva para ela e paraa amiga, que obriga o PM a se manter distante pelo menos 300 metrosdas vítimas.


Polícia Militar

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensada Polícia Militar de Campo Grande e com a Corregedoria, que alegaram não teremsido informadas do caso até o momento. A 5ª CIPM (Companhia Independente dePolícia Militar) preferiu não se pronunciar sobre a ocorrência.


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