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Cuca aponta Rosario como rival mais difícil, mas crê em seu trabalho
A derrota por 1 a 0 para o Nacional, em Montevidéu, foi ainda mais lamentada por Cuca por saber que virou obrigação vencer o Rosario Central, no dia 6, na Argentina.
O técnico aponta o próximo compromisso pela Copa Libertadores da América como o mais complicado do Palmeiras na fase de grupos. Mas crê na evolução de seu trabalho.
O Rosario é mais time do que o Nacional, é melhor tecnicamente. Será um jogo mais difícil do que contra o Nacional no Uruguai. Mas teremos mais semanas de trabalho até lá, apontou o treinador, que assumiu a equipe na última segunda-feira, substituindo Marcelo Oliveira.
Não podemos enganar o torcedor.
Ele sabe que ficou muito difícil porque precisamos ganhar os dois jogos. Como perdemos seis pontos para o Nacional, temos de fazer seis no Rosario. Temos de ganhar, avisou.
O Verdão ocupa terceiro lugar do grupo 2, estacionado nos quatro pontos, a quatro do Nacional, líder da chave, e a três do argentino Rosario Central. Ganhar na Argentina dá ao time a possibilidade de avançar vencendo o uruguaio River Plate no dia 14, no Palestra Itália.
A esperança é de que, nas próximas semanas, Cuca consiga fazer o Palmeiras errar menos a ponto de fazer a sua parte na Copa Libertadores da América. A derrota para o Nacional, no Uruguai, apontou diversos erros, principalmente no primeiro tempo, quando a equipe não finalizou nenhuma vez.
O time precisa de rotatividade, com os volantes saindo para o jogo, participando. O ponta também precisa ser um quarto homem de meio, fechando, com liberdade para rodar.
Os laterais têm de passar mais. Se colocarmos a obrigação de criação em um só, ninguém mais cria se ele foi marcado?!, contestou o técnico. Vamos trabalhar muito, e tenho certeza de que a evolução virá. Mas requer tempo, alertou.











