Geral
Gigante de Arroyito não assusta Prass: 'Tem estádio parecido no Brasil'
O Rosario Central não perde em casa desde novembro de 2014, mas Fernando Prass pouco dá importância a isso.
O goleiro já atuou no Gigante de Arroyito, estádio da partida desta quarta-feira, quando defendia o Coritiba, na Copa Libertadores da América de 2004, e avisa que há diversas arenas brasileiras similares à argentina.
Não é nada que não encontramos no Brasil. A Arena da Baixada, a Vila Belmiro quando está cheia, o Independência, o estádio do Corinthians e a nossa arena são assim. Há inúmeros estádios assim, ainda mais com essas arenas diminuindo a distância para o campo.
Na Copa do Brasil, em jogos eliminatórios, encontramos essa pressão. É uma vantagem para o Rosario, mas não uma dificuldade, simplificou o goleiro.
O ídolo do Palmeiras já comparou o Gigante de Arroyito à Bombonera, por ter arquibancadas verticais e próximas ao gramado.
O camisa 1 lembra que, há 12 anos, entrou no estádio no meio da torcida adversária, sob orientação de policiais para não olhar os fãs do Rosario, evitando confusão.
Em campo, o Coxa perdeu por 2 a 0 e o zagueiro Miranda, ex-São Paulo e atualmente na Inter de Milão e na Seleção Brasileira, chegou a ser agredido quando foi cumprimentar um atacante adversário.
Sobre o jogo desta quarta-feira, a invencibilidade do Rosario como anfitrião não assusta.
O Palmeiras não pode carregar esse peso porque não jogou aqui nesse período. É óbvio que isso mostra que eles são fortes em casa, mas não nos influencia, indicou Prass. Tinha um tabu de 21 anos sem o Palmeiras vencer o Corinthians no Pacaembu e ganhamos, prosseguiu o goleiro, lembrando o Derby de domingo.
Em campo, a orientação é de eficiência.
Em grandes jogos, equilibrados, as coisas se decidem no mínimo detalhe. A concentração conta muito. Precisamos diminuir a margem de erros para não levar gols e, na frente, quanto mais precisos e cirúrgicos formos, menos vamos precisar criar para fazer gol, ensinou Fernando Prass.











