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Tite encontra Nacional após polêmica por ''pouca competitividade''


Há duas semanas, o técnico Tite preparava o Corinthians para a partida diante do Red Bull, pelo Campeonato Paulista, mas foi questionado sobre a derrota do Nacional-URU para o Rosario Central, que determinou a queda do rival Palmeiras na fase de grupos da Copa Libertadores. Sem qualquer interesse no assunto, o treinador disse ter vistou pouca competitividade nos uruguaios, mandantes do duelo, algo bastante reclamado pelos palmeirenses.


À época, alguns jogadores do alviverde disseram temer por um jogo de compadres e apontaram os nove desfalques dos nacionalistas como um indício de que a equipe de Gustavo Munúa não faria qualquer força para ajudar o Verdão.


Tite concordou que a apresentação dos anfitriões foi fraca. Agora, terá pela frente exatamente esse rival.


É um diagnóstico. Cuidem para não interpretar mais do que isso, avisou o gaúcho na ocasião. Eu assisti a Nacional e Rosario Central: nível de competitividade baixo, baixo, baixo. Não quero ser bonzinho com ninguém. Foi um nível de competitividade baixo, acrescentou o comandante, que dificilmente tece comentários que possam render polêmica com rivais.


Cuidado com a interpretação que vocês fazem. É um diagnóstico. Não quero ser simpático. Assisti com meus olhos. Foi um nível de competitividade baixo, repetiu Tite. 


Estou falando e olhando para vocês. Quem assistiu está balançando a cabeça também, concluiu o corintiano.


No Uruguai, a declaração não ganhou grande repercussão. Jogadores e técnico do Nacional nem sequer foram questionados sobre o tema, por exemplo. Dentro do próprio elenco, porém, alguns jogadores já trataram de minimizar o tema após saberem do duelo pelas oitavas.


Fase de grupos de Libertadores é totalmente diferente de mata-mata. Serão outros jogos, um em casa e outro como visitante. 


O Tite falou aquilo porque era um jogo de fase de grupos”, opinou o atacante paraguaio Ángel Romero.



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