Cabide de emprego na Seleta tem desde preso até quem mora a 400 km da Capital


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Entre os casos constatados na farra dos contratos firmadospela Prefeitura via Sociedade Humanitária e Caritativa e Omep (OrganizaçãoMundial Para Educação Pré-Escolar) o juiz David de Oliveira Gomes Filho citoualguns que, embora estejam em relatório antigo, classificou como inexplicáveis.


Entre eles o de Vander Ferreira da Mota contratado comovigia pela Seleta, porém que está preso há mais de dois anos. Há aindaWandeléia Alves Horta contratada como coordenadora de cursos, porém ela residee trabalha na cidade de Ladário a 435 quilômetros de Campo Grande.


Há ainda a funcionária Michelle Nogueira Pereira que atua nogabinete do vereador e ex-vice-prefeito da Capital, Edil Albuquerque (PMDB).Rodrigo Messa Puerta, é contratado pelas duas entidades para ser diretorexecutivo da OMEP.


Aparecida da Silva Albuquerque, por sua vez, frequênciaassinada na FUNESP até o mês de janeiro de 2013.


André Luis Modesto Campos, Andrea Floro de Souza, Ataides deSouza Gomes,Justina Sandim, Juliana Lolli Guetti, Luiz Carlos Ribeiro Santana,Marina Wirtti Sanches e Priscila Almeida são desconhecidos pelo departamentopessoal da Seleta, mas são indicados como atuantes na lista apresentada pelopelo presidente da Sociedade, Gilbraz Marques.


“O relatório em questão é mais completo do que este pequenotrecho acima transcrito e traz inúmeras outras situações que, se foremverdadeiras, são criminosas”, explica o magistrado.



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