Policial e namorada são presos por furto em banco de Caarapó

O casal é suspeito de participar do furto a agência bancária do Banco do Brasil, no dia 9 de janeiro em Caarapó.


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DOURADOS AGORA

A Polícia Civil de Caarapó e equipe Garras de Campo Grande, prenderam na tarde desta quarta-feira, em Dourados, o policial militar Guilherme Vaz Lopes Luiz, de 25 anos, e a namorada dele, Cíntia Aparecida Loureiro, de 21 anos. Ambos residem na Rua Clóvis Cersósimo de Souza, na Vila Índio em Dourados. Eles tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz Valdir Peixoto Barbosa, da comarca de Caarapó.

O casal é suspeito de participar do furto a agência bancária do Banco do Brasil, no dia 9 de janeiro em Caarapó. Na casa do casal a polícia apreendeu dinheiro e móveis que supostamente teriam sido comprados com o montante furtado. A Polícia acredita que cerca de R$ 56 mil tenham sido levados.

A polícia teria chegado até o casal depois que a mulher fez várias compras no comércio de Caarapó e Dourados utilizando as notas furtadas, algumas delas inclusive queimadas, por conta do uso de maçarico.

Na casa do PM, em Dourados, onde a jovem vivia com ele, foram encontrados aproximadamente R$ 3.500,00 e na bolsa dela mais cerca de R$ 1.500,00. Entre as notas apreendidas, havia algumas queimadas, diz a polícia.

Na residência ainda foram encontrados diversos móveis novos, que teriam sido adquiridos recentemente com o dinheiro furtado no banco.

O fato do PM estar de plantão no dia do crime, trabalhando no Centro Integrado de Operações e Segurança, levantou suspeitas. O Ciops é o local onde são recebidas as ligações do 190 e encaminhadas às viaturas.

Informações extra-oficiais dão conta de que o Ciops recebeu várias ligações denunciando princípio de incêndio no banco, no entanto, naquele momento, as viaturas estariam atendendo ocorrências em outros locais, bem distantes da agência bancária, localizada na área central de Caarapó.

As outras duas pessoas que estariam envolvidas no furto, seriam a mãe e o padrasto da namorada do policial.

Investigadores teriam constatado que o padrasto da acusada já tem passagens pela polícia por assalto à bancos no Estado de São Paulo.

O Garras investiga a possível ligação desse crime com um outro arrombamento ocorrido na mesma data e horário numa agência bancária de Campo Grande e que pode ter sido praticado pelo mesmo grupo.

O casal foi encaminhado para Campo Grande. A mulher é levada pela Polícia Militar e o policial pelo Garras.


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