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Publicado em: 09/01/2018 às 14h49

Allione admite oferta do Racing, mas se vê adaptado e feliz no Palmeiras


Gazeta Esportiva

Allione teve oportunidades de deixar o Palmeiras em algumas ocasiões, incluindo neste início de ano, mas com o pedido do técnico Roger Machado por sua permanência, resolveu ficar no clube. Se sentindo finalmente adaptado ao futebol brasileiro, o argentino de 23 anos voltou a conceder entrevista coletiva na Academia de Futebol nesta terça-feira, comentou sobre sua experiência emprestado no Bahia e as chances de voltar à sua terra natal.

 

“Acho que a saudade da família sempre vai existir. Mas estou bem aqui e feliz. Meu empresário me falou do Racing, mas no primeiro momento deixei claro que ele que deveria resolver isso. Depois ele comentou da proposta, mas estou com a cabeça aqui no Palmeiras, estou feliz aqui”, disse o camisa 17, que teve a permanência solicitada por Roger Machado.

 

“Para mim foi importante o treinador pedir minha volta, então estou trabalhando, esperando uma chance. Quando eu tiver, vou tentar aproveitar e tentar ter a sequência. Eu acho que amadureci muito, estou totalmente adaptado já, e também aprendi com cada treinador que passei. Hoje estou mais preparado do que em 2014, quando cheguei”, completou.

 

Contratado em 2014 após passar pelo Velez Sarsfield, Allione chegou ao Palmeiras durante a curta gestão do compatriota Ricardo Gareca. Atrapalhado por lesões, ele participou como coadjuvante dos títulos da Copa do Brasil 2015 e do Campeonato Brasileiro 2016.

 

Vinculado ao Palmeiras até junho de 2019, Allione foi emprestado ao Bahia até o final de 2017. Pelo time tricolor, o meia de 23 anos participou do título da Copa do Nordeste e da campanha que terminou com a 12ª colocação do Campeonato Brasileiro.

 

“Vamos adquirindo experiência com o decorrer dos anos, então foi bom viver outro momento em outro clube para saber como é. Consegui ter no Bahia a sequência de jogos que eu queria, me adaptei melhor, porque aqui, quando tive chance, não as aproveitei da melhor maneira. Lá, fiz mais de 40 jogos no ano, e isso serviu para me deixar mais maduro. Agora sei que, no momento em que não estiver tendo chances de jogar, devo seguir trabalhando forte para esperar uma oportunidade”, disse o jogador, que somou 42 partidas, três gols e 12 assistências em 2017.