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Publicado em: 23/03/2019 às 16h17

Morador de Batayporã sofre sem recursos para fazer exame necessário para cirurgia


Nova News

Foto: Nova News

Marcelo precisa fazer exame avaliado em R$ 800,00 para poder passar por cirurgia na região da cabeça

Um morador de Batayporã, identificado como Marcelo Correia de Souza, de 30 anos, que sofre com problemas de saúde como epilepsia, convulsões e transtorno bipolar, passa por uma situação delicada devido à falta de recursos para procedimentos médicos necessários para que ele possa ser submetido a uma cirurgia na região da cabeça.

 

Segundo João Paulo, que é companheiro de Marcelo há mais de seis anos, ele iniciou há algum tempo um tratamento particular em Presidente Prudente (SP), que, nas palavras dele, estava dando bons resultados, porém, devido ao alto custo com os procedimentos e também com o deslocamento, não foi possível continuar.

 

João Paulo explica que Marcelo precisa passar periodicamente por especialistas como neurologista, psiquiatra, fazer exames, além de tomar medicamentos de uso contínuo, avaliados em cerca de R$ 700,00. “Tudo isso pesa no orçamento e nós já estamos passando por dificuldades, com contas de água e luz atrasadas entre outras despesas que vão se acumulando”, explica.

 

O companheiro de Marcelo afirma que depois de interromper o tratamento particular em Presidente Prudente, ele conseguiu tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Campo Grande, sendo que, foi indicada cirurgia na região da cabeça, porém, para se fazer o procedimento, é preciso antes um exame de ressonância do crânio, avaliado em cerca de R$ 800,00, valor que eles não possuem.

 

Segundo relato dos dois, eles chegaram a procurar a Secretaria de Saúde de Batayporã em busca de encaminhamento para realização gratuita do exame, porém, teriam obtido a informação de que não haveria previsão para que o procedimento fosse realizado. “Em outra oportunidade cheguei a deixar um encaminhamento na secretaria, porém, passado um ano e meio, como o exame não saiu, conseguimos fazer particular, mas, desta vez, não temos condições”, afirma João.

 

“Nossa renda aqui em casa gira em torno de R$ 900,00 por mês, ai só com medicamentos a despesa já chega a R$ 700,00, fora os gastos com locomoção até Campo Grande, e sem contar com outras demandas de casa como alimentação, água e luz. A gente se vira como pode, faz rifas, mas mesmo assim a luta tem sido muito difícil”, desabafa João Paulo.

 

Nas palavras dele, quem puder ajudar de alguma forma ou conhecer mais de perto a situação de Marcelo, pode entrar em contato pelos telefones (67) 3443-2972 ou (67) 9 9169-7877. “Contamos com a solidariedade e generosidade das pessoas para que o Marcelo consiga passar pela ressonância e assim fazer a cirurgia que tanto necessita”, finaliza João Paulo ao dizer que toda ajuda de grande valia.