Hashioka é nova liderança política que surge em MS


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ASSESSORIA

Mato Grosso do Sul tem tudo para se transformar na Nova Fronteira do desenvolvimento econômico da região centro oeste e esse processo, que teve início no Bolsão começa a se extender por toda a região do vale do Ivinhema que conta com municípios, cujos prefeitos prepararam as cidades para receber investimentos. Este é o caso de Nova Andradina onde por oito anos o ex-prefeito Roberto Hashioka transformou a cidade, num dos principais municípios desta região, contando com uma sólida infra-estrutura. A exemplo de Nova Andradina existem outros municípios que ambicionam receber empresas e que necessitam de lideranças que tenham conhecimento e vivência suficientes para assumirem a condição de lutar pela atração de empresas e implantação de obras de infra-estrutura em Brasília, alguém que assuma esse papel de “embaixador dos municípios” em Brasília.
Já existe toda uma movimentação neste sentido entre algumas das principais lideranças políticas dos municípios e o primeiro nome que surge é o do atual assessor especial do Governador André Puccinelli e ex-prefeito de Nova Andradina,Roberto Hashioka. Ele tem demonstrado possuir uma visão diferenciada do que deve ser o trabalho do deputado federal e essa visão vem principalmente de toda a sua atuação como homem público, seja na direção de uma das superintendências do Dersul, seja pelos oitos de mandato de prefeito e mais recentemente como integrante da equipe administrativa do Governador André Puccinelli.
“Não se pode pensar no desenvolvimento separando o município do estado e ambos do país”. Essa é uma constatação a que se chega ao avaliar a trajetória do atual assessor especial do Governo do estado, Roberto Hashioka. O moderno agente público tem que aliar as ações políticas e administrativas baseadas em clara visão e conhecimento prático dos três níveis para que a ações possam produzir os resultados esperados pela população.
Roberto Hashioka é o que pode ser considerado como moderno político pois em sua trajetória combinou competência entre planejamento, administração e execução . O político tem que identificar as necessidades, formular as soluções, viabilizar os meios e executar as soluções. Todo esse processo se dá nos três níveis: municipal, estadual e federal.
Assim Roberto Hashioka agiu durante os oito anos em que esteve a frente da administração do município de Nova Andradina. Nesse período teve desenvoltura política suficiente para trabalhar, em Brasília, pela viabilização de recursos que lhe permitiram realizar as obras que promoveram uma profunda transformação na cidade. Além disso como assessor do Governo do estado pode apresentar ao Governador sua visão como prefeito com administração bem sucedida e ampliar sua visão e conhecimento para todo o estado. Ele também
Para Roberto Hashioka somente o conhecimento da realidade primeira que surge nos municípios cria no agente política uma visão ampliada sobre os três níveis pode oferecer uma possibilidade mais elevada para se discutir soluções.
Essa é a formação de Roberto Hashioka que, antes de ser prefeito de Nova Andradina, foi diretor do Dersul na região do Vale do Ivinhema e nessa função tornou-se profundo conhecedor dos problemas dos municípios. Na administração de Nova Andradina tornou-se um dos mais ativos líderes dos prefeitos nas lutas pelo fortalecimento do municipalismo e lhe proporcionou um aprofudamento nas questões de todas as regiões do estado.
O novo deputado federal
A eleição para deputado federal em Mato Grosso do Sul começa a se transformar num grande quebra-cabeças para os articuladores uma vez que alguns fatores que nunca aconteceram nas eleições anteriores devem influenciar o pleito deste ano. Os candidatos de esquema podem ter muita surpresa na disputa eleitoral de 2010 pois o trabalho dos deputado federais ficou mais exposto após os recentes escândalos e a tendência será o eleitor cobrar ums prestação de contas daqueles que tentam a reeleição e ao mesmo tempo, credenciais para o exerc´cio do cargo daqueles que tentam o primeiro mandato.
O deputado federal sempre foi um cargo eletivo que ficava meio a margem na hora do voto pois o eleitor primeiro escolhia o governador, o presidente. Depois o deputado estadual. Somente depois de definir o nome do senador é que vai se lembrar de definir para qual deputado federal. Esse comportamento do eleitor faz com que o índice de abstenção na eleição para a Câmara Federal seja sempre o mais alto até por que numa eleição em que têm que votar cinco vezes, muitos eleitores simplesmente se esquecem do deputado federal ou o confunde com o estadual.
Ao contrário do Senador que na maioria das vezes já ocupou cargos executivos, como governador e prefeito o candidato a deputado federal vem da iniciativa privada ou pertence a segmentos da sociedade que necessitam ter representatividade pra defender seus interesses em Brasília. Por permanecer em Brasília, ou seja, longe das bases o deputado federal por muitos anos acabou se distanciando do eleitor e despertou pouco interesse. Soma-se a isso o fato de os tempos da ditadura militar terem retirado o poder do parlamento o que transformou a atividade do deputado em meramente decorativa.
Diante desta realidade o deputado federal acabou se tornando integrante de um pacote de negociações e muitos deles acabam se elegendo dentro de “esquemas” onde o eleitor vota num candidato a simplesmente por ele estar ligado ao titular da chapa majoritária. É muito comum a eleição de parlamentares federais que migram de um estado para outro mas como estão com “esquemas” muito fortes acabam sendo carregados por candidatos a governador ou a senador com grande popularidade.

Exposição
Com a redemocratização o trabalho do deputado federal começou a ganhar destaque pois as decisões mais importante do país são tomadas exatamente no Congresso Nacional. Aos poucos o eleitor acabou descobrindo a importância do trabalho de cada parlamentar federal e o poder que este tem nas mãos e na história recente do pais, por incrível que possa parecer os escândalos envolvendo o Congresso Nacional acabaram trazendo para s holofotes os deputados federais.
Por mais paradoxal que possa parecer a medida em que o eleitor descobriu o estrago que um mau deputado federal pode fazer , ele descobriu a sua importância e ao que tudo indica nas próximas eleições fatalmente ficará ainda mais exigente na hora de escolher um nome para ser o seu representante na capital federal. A democratização dos meios de comunicação como a TV e a internet principalmente, também permitem ao eleitor assistir sessões dói Congresso em tempo real o que possibilita uma maior fiscalização do trabalho dos parlamentares.
Importância federal
O deputado federal ganhou tanta importância que é muito comum afirmar que um parlamentar federal vale mais que qualquer bancada estadual pois o voto desse é importante para manter a governabilidade do presidente da República. Os partidos dão maior importância para os deputados federais ainda mais agora que a fidelidade partidária começa a se consolidar e a migração tornou-se mais difícil de acontecer.
O PMDB talvez tenha sido o primeiro a partido a perceber a importância do deputado federal de forma mais clara e há algumas eleições que os peemedebistas não fazem muita questão de terem candidato a presidente preferindo eleger bancadas consistentes na Câmara pois desta forma fatalmente são chamados para negociar com o presidente eleito, independente do partido.
Prefeitos
A cada ano que passa os prefeitos se tornam mais dependentes dos recursos federais para tocarem as administrações municipais e, com isso o trabalho dos deputados federais e dos senadores torna-se ainda mais importante. Essa relação entre prefeitos e deputados federais tem sido considerada como ponto chave para o sucesso de muitas administrações pois para a realização de obras depende da obtenção e liberação de recursos junto ao governo federal e isso é feito normalmente pelos deputados federais.
Alguns prefeitos tem reclamado que falta a alguns deputados federais um maior conhecimento sobre a realidade das administrações municipais para que pudessem exercer um trabalho mais eficiente na luta por mais recursos. Se tivessem esse conhecimento mais aprofundado poderiam poupar tempo dos prefeitos que muitas vezes têm que se deslocar até Brasília para defender a liberação de recursos.


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