Homem morre após confronto com Batalhão de Choque em Maracaju

Policiais apreenderam um revólver e 2,6 quilos de maconha no imóvel


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JORNAL DA NOVA

Viatura do Choque - Foto: Arquivo/Divulgação
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Edilson Gonçalves Vilhalba, de 38 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (16) após um confronto armado com equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar, em Maracaju.

 

A ocorrência foi registrada na Rua Rosalva Fraga Santos, no bairro Vila Prateada, durante uma ação da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras. a sem autorização prévia são proibidas.

 

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais realizavam a operação quando teriam sido recebidos a tiros pelo homem. A equipe reagiu e Edilson foi atingido por disparos.

 

Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Soriano Corrêa da Silva, mas não resistiu aos ferimentos. Após a morte, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL), onde passaria por exames necroscópicos.

 

Arma e drogas apreendidas


Durante as buscas na residência onde ocorreu o confronto, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, 15 munições do mesmo calibre, um dispositivo de recarga rápida de munições, conhecido como jet loader, e quatro tabletes de maconha. A droga totalizou 2,6 quilos.

 

O caso foi registrado na Polícia Civil como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial, tentativa de homicídio contra agentes públicos, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, resistência e desobediência.

 

Histórico criminal


Segundo as informações da ocorrência, Edilson respondia na Justiça por duas tentativas de homicídio qualificado, relacionadas a um caso ocorrido em novembro de 2013, em um bar no bairro Cambaraí. O processo aguardava julgamento pelo Tribunal do Júri.

 

Ele também tinha uma condenação anterior a dois anos de reclusão por porte ilegal de arma de fogo. Na ocasião, em maio de 2013, foi flagrado com uma pistola calibre 7,65 na Praça Central de Maracaju.

 

Além disso, havia sido indiciado em agosto de 2011 por envolvimento em um homicídio motivado por uma discussão no município. 


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