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Campo Grande se firma como um cenário de ponta no setor imobiliário
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A cidade de Campo Grande, capital do estado do Mato Grosso do Sul, tem apresentado um expressivo aquecimento em seu mercado imobiliário. Isso explica, por exemplo, a boa quantidade de apartamentos à venda em Campo Grande.
A propósito, uma das regiões da cidade que tem exibido a maior expansão no município é a porção oeste da cidade, onde estão bairros como o Coophavila II e o Bela Laguna, por exemplo. O número de empreendimentos tem aumentado consideravelmente, tanto quanto no quesito edifícios em geral, como casas e condomínios “horizontais”.
Continue lendo esse artigo para entender as razões que culminaram nesse aquecimento do setor imobiliário na cidade de Campo Grande.
O cenário favorável para o setor imobiliário em Campo Grande
Apesar do país ainda não ter conseguido sair da crise econômica forte que vem apresentando desde 2015, o mercado imobiliário tem conseguido esboçar algumas reações. Nesse sentido, a expectativa dessa expansão e aquecimento desse mercado tem sido encarada com bastante otimismo pelos especialistas e profissionais desse segmento.
De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) o mercado imobiliário no Brasil exibiu um aumento dos lançamentos e das vendas no segundo trimestre de 2019, em uma comparação com o mesmo período do ano de 2018, com uma diminuição do estoque de imóveis residenciais novos, segundo uma pesquisa divulgada há pouco tempo.
Segundo a visão de Phaena Spengler, executiva da SBS Empreendimentos, a tendência é que haja uma melhora no aumento desses índices. Conforme ela afirma, a expectativa é realmente excelente, pois eles tiveram boas notícias desde o final de 2018 para o mercado imobiliário para os próximos anos. A redução nos juros do financiamento imobiliário também contribuiu para as melhorias nesse setor.
No país como um todo, os lançamentos de imóveis aumentaram algo em torno de 11,8% e atingiram 30.607 unidades. Por outro lado, as vendas de imóveis se elevaram em 16%, atingindo a marca de 32.813 unidades.
Outro aspecto positivo no aumento dessa oferta e demanda é que isso não só impulsiona a compra de insumos para a construção de imóveis, mas também estimula a contratação de profissionais, impulsionando ainda mais essa movimentação no Mato Grosso do Sul e sobretudo em Campo Grande.
As incorporadoras, empreiteiras e empresas em geral desse ramo estão em um momento bastante propício. Por esse motivo, eles têm procurado apostar nos mais variados nichos, desenvolvendo uma série de imóveis específicos para diversos usos, aumentando assim não somente a quantidade de imóveis construídos, mas também ampliando a diversidade de tipologia de imóveis.
Para os consumidores, esse também é um excelente momento para comprar imóveis. Não somente porque há uma boa quantidade disponível, mas pelo fato dos preços ainda estarem bem competitivos, o que ajuda e facilita na realização do sonho da casa própria.
Por outro lado, esse igualmente pode ser um momento excelente para as pessoas que preferem adquirir um terreno em Campo Grande e construir por “conta própria”. Os terrenos na cidade estão com excelentes ofertas de preços.
Muitos terrenos e muitos imóveis ainda estão com os preços congelados, por conta da crise que se passou. Desse modo, este é o momento ideal para se mexer nas economias e efetuar esse investimento.
A retomada do crescimento
Esses ventos favoráveis animam as pessoas no mercado imobiliário em Campo Grande. Depois de sofrer com as perdas e a retração que ocorreu nos últimos anos, o setor começa o ano com mais otimismo e acreditando em tudo o que esse ano de 2020 promete. Os juros estão mais baixos, conforme citado anteriormente e existe a esperança na retomada de confiança na economia.
Segundo o presidente do Creci, o semestre será marcado por um aquecimento nas vendas, que ficará ainda mais evidente no decorrer do ano, sobretudo no segundo semestre, com grandes chances de superar todas as expectativas.
Os investidores do mercado imobiliário estão mais seguros e confiantes para fazer suas apostas no setor. De acordo com o que já foi explicitado aqui, os preços foram reajustados devido aos momentos de crise e agora as pessoas tem a oportunidade de comprar o imóvel por um preço justo de mercado.
Além disso, houve a venda em tempo recorde de diversos lotes de empreendimento. Algumas cotas foram vendidas em questão de poucos dias. Isso só prova que Campo Grande está com um cenário bastante propício para os empreendimentos e para os lançamentos. Acredita-se que a construção civil instigue o mercado imobiliário das construtoras que lançarão novos loteamentos.
A queda das taxas de juros
A taxa Selic sofreu uma redução de 0,5%, caindo então para 5% ao ano, resultando assim em uma mínima histórica. Além disso, isso faz com que os bancos privados e públicos sejam forçados a diminuírem suas taxas de financiamento, o que aquece o mercado de crédito imobiliário.
Alguns especialistas em economia e investimentos afirmam que este é o momento perfeito para aqueles que pretendem comprar um imóvel para morar ou então para realizar investimentos para locação e compra.
A taxa Selic é usada como medida de referência para as demais taxas de juros do mercado. A queda do índice foi instigada também pela inflação que está em uma fase de queda. A propósito, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que leva em consideração a inflação no país, no acumulado em 12 meses, retraiu para cerca de 2,54%, concentrando-se ainda no piso da meta do governo para o ano (2,75%).
Essa queda dos juros auxiliou a aumentar as vendas. Com essa redução da Selic, os bancos irão reduzir a porcentagem em relação aos juros, ajudando ainda mais os clientes que tem condições financeiras de comprar um imóvel com condições mais atraentes do que as praticadas nos últimos meses.
Agora você entende o que motivou o cenário de ponta no setor imobiliário de Campo Grande a apresentar sinais claros de aquecimento. Curta e compartilhe esse post em suas redes sociais!











