Nova Andradina
NOVA ANDRADINA: Morador suspeito de fornecer cocaína é preso em Campo Grande
Investigado por fornecer cocaína a uma rede de distribuição que atuava em municípios de Mato Grosso do Sul e do Paraná foi localizado pelo Dracco
JORNAL DA NOVA
Um morador de Nova Andradina, investigado por supostamente fornecer cocaína a um grupo criminoso do Paraná, foi localizado e preso em Campo Grande por uma equipe do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado).
O homem estava foragido da “Operação Ponto de Ignição”, deflagrada em Nova Andradina, Ivinhema e municípios paranaenses para combater um esquema de tráfico interestadual de drogas.
Após o cumprimento e a formalização do mandado de prisão, o investigado deve passar por audiência de custódia. Posteriormente, poderá ser transferido para Nova Andradina ou para o Paraná, conforme determinação judicial e o local de tramitação do processo.
De acordo com informações, o suspeito teria mantido uma relação contínua de fornecimento de cocaína a um distribuidor regional do Paraná. Conversas analisadas durante a investigação indicariam negociações envolvendo aproximadamente 1,8 quilo da droga, além de cobranças, pagamentos por Pix e tratativas sobre entrega e qualidade do entorpecente.
A apuração aponta que o grupo possuía uma estrutura dividida entre fornecedor, distribuidor regional e revendedores. A droga teria sido comercializada em cidades como Loanda, Nova Londrina e Porto São José, no Paraná, além de Ivinhema, em Mato Grosso do Sul.
Operação interestadual
Esta seria a quarta fase da operação contra o tráfico interestadual. Durante as ações, um suspeito foi preso em Ivinhema, enquanto outros dois investigados já se encontravam no sistema prisional.
Em Nova Andradina, equipes da Polícia Civil local cumpriram mandado de busca em um endereço ligado ao investigado. Na ocasião, o mandado de prisão não foi executado porque ele não havia sido localizado.
Outro suspeito estaria atuando na região de divisa entre Mato Grosso do Sul e Paraná, às margens do Rio Paraná.
A investigação começou após a análise de dados extraídos de um telefone celular apreendido anteriormente. Segundo a Polícia Civil, o conteúdo permitiu identificar a cadeia de fornecimento e distribuição da cocaína, bem como a suposta função desempenhada por cada investigado.
O caso permanece sob investigação.










